quinta-feira, 16 de julho de 2009

O silencio da alma

Recorda, os silencios manteem os segredos.
Portanto o som mais doce, é o som do silencio

Essa é a canção da alma,
Alguns escutam o silencio na oração,
outros cantam uma canção no seu trabalho,
e há aqueles que procuram os segredos na contemplação tranquila.

Quando se alcança a mestria ou se experimenta,
os sons do mundo podem apagar-se
e as distracções aquietar-se.

Toda a vida se converte em meditação.

Tudo na vida é uma meditação onde contemplas o divino,
esperimentado desta maneira a sacralidade de toda a vida.

Já não há luta nem dor nem preocupação.

Só existe a experiencia.

Respira em cada flor, voa em cada passaro,
encontra a beleza e a sabedoria dado que a sabedoria
se encontra em todos os sitios onde se forma a beleza.

A beleza forma-se em toda a parte
e não tens que procura-la já que ela vira a ti.

Quando actuas neste estado, convertes tudo que fazes numa meditação
e desta maneira num dom e numa oferta a ti e a tua alma e a tua alma ao todo.

Ao lavar os pratos disfruta do calor da agua que acaricia as tuas mãos.
Ao preparar a refeição sente o amor do universo que te deu esse alimento,
e como um presente teu, ao preparar essa comida,
dá-lhe todo o amor do teu ser.

Ao respirar respira longa e profundamente,
respira lenta e suavemente.
Respira a suave e doce vida, tão plena de energia,
tão plena de amor.

È o amor de Deus que estas a respirar.

Respira profundamente e poderás senti-lo.

Respira muito... muito profundamente
e o amor te fará chorar ... de alegria.

Porque conheces-te o teu Deus
e o teu Deus presenteou-te com a tua alma.

Utiliza a tua vida como uma meditação,
assim como tudo o que nela se passa.
Caminha em vigilía, não adormecido.

Move-te com perfeição, não sem ela,
não te detenhas nas duvidas nem nos temores,
tao pouco na culpa ou na autorecreminação,
vive no esplendor permanente com a segurança de que és muito amado.

Sempre serás uno com Deus
e sempre serás benvindo a casa.
Porque o teu lugar é o meu coração e o meu é o teu.

Somos tudo o que é, tudo o que foi e tudo o que séra.

sábado, 11 de julho de 2009

Quietude

Um verdadeiro professor espiritual, não tem nada que ensinar-nos no sentido convencional da palavra.

Não tem nada que dar-te ou acrecentar-te, quer se trate de nova informação, de crenças, ou de regras de conduta. A sua unica função consiste em livrar-te daquilo que te afasta da verdade do que és, e do que sabes no fundo do teu ser.
O professor espiritual está ai para descobrir-te e revelar-te essa dimenção de profundidade interna que tambem é paz.

Se te diriges a um professor espiritual procurando idéias, teorias, crenças estimulantes ou discuções intlectuais, sentirte-as decepcionado, noutras palavras, se estás a procura de alimento mental, não o encontrarás e perderás a essencia dos ensinamentos que não está nas palavras, mas dentro de ti mesmo, é conveniente ter isto presente a medida que o processo se desenrola.

As palavras não são mais do que sinais, aquilo para que apontam, não se encontra no reino do pensamento, mas numa dimenção interna que é mais profunda, e infinitamente mais vasta que o pensamento.

Uma das caractristicas dessa dimenção, é uma paz vibrante de vida, de modo que cada vez que sintas surgir essa paz interior, enquanto escutas o professor, ele estará cumprindo a sua função docente, estará recordando-te quem és e indicando-te o caminho de regresso a casa.

Os ensinamentos desse professor, não serão para ser assimilados de uma vez, vive com eles e medita com frequencia, permite que o professor faça o seu trabalho, que te desperte e te afaste dos sulcos do pensamento condicionado e repetitivo.

A tranformação da consciencia humana, já não é um luxo ao dispor de alguns individuos isolados, mas uma urgencia para que a humanidade não se destrua a si mesma.
Actualmente, podemos constactar que se está acelerando, tanto a disfunção da velha consciencia como o surgimento de uma nova, paradoxalmente, as coisas estão a ir para melhor e pior ao mesmo tempo, embora a parte negativa seja muito mais notada porque produz mais ruido

Os ensinamentos desse professor farão surgir pensamentos na tua mente, mas não se tratará de pensamentos correntes, repetitivos, ruidosos, narcisistas que reclamam atenção.
Como os verdadeiras mestres espirituais, dos antigos sutras, os pensamentos não dirão "Olha-me" mas sim "olha dentro de mim".

Os pensamentos do professor surgiram de um estado de quietude, esses penssamentos terão poder, o poder de levar-te a mesma quietude da que surgiram.
Essa quietude tambem é paz interna e essa quietude e essa paz são a essencia do teu ser.

Será a quietude interior que salvará e transformara o mundo

quarta-feira, 8 de julho de 2009

C H A K R A S

Chakras I

Chakras II

Chakras III

BALADA

DEEP PURPLE SOLDIER OF FORTUNE

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O ESPIRITO DO TEMPO

INTRODUÇÃO



Os velhos apelos ao perconceito racial, sexual, religioso, ao fervor nacionalista raivoso, estão começando a falhar.

A questão de quem eu sou, se eu sou bom ou mau, bem sucedido ou não, tudo isso se aprende pelo caminho.

Isto é apena um passeio. Nós podemos mudá-lo quando quizermos!

È apenas uma escolha. Sem trabalho, sem esforço, sem emprego, sem dinheiro.

Eu percebi que estava errado em muitas coisas.

A idéia era descobrir o que eu já, afinal era.


"Veremos, o quão importante é trazer para a mente humana a revolução radical.
Esta crise é uma crise de consciencia, uma crise que não pode mais suportar as velhas normas, os velhos padrões, as antigas tradições.
E considerando o que o mundo é hoje, com toda a sua miséia, conflito, brutalidade destrutiva, agressão e assim por diante... o homem ainda é o que era dantes, ainda é bruto, violento, competitivo, acumulador e agressivo.
O homem construiu as suas sociedades nestes termos."



ZEITGEIST
" Não é demonstração de saude ser bem ajustado numa sociedade profundamente demente"
A sociedade hoje, é formada por varias instituições.
Instituições politicas, instituições religiosas, instituições legais, instituições de caracter social e familiar e tambem instituições de especialização proficional.
É obvia a profunda influencia que essas estruturas tradicionalizadas possuem sobre a formação das nossas compreensões e prespectivas.
Entretanto, de todas as instituições sociais nas quais nascemos, que nos guiam e condicionam, parece não haver nenhum sistema tão substimado e mal compreendido, como o sistema monetário.
Tomando proporções quase religiosas, a instituição monetária establecida existe como uma das formas mais incontestadas de fé que o homem jamais criou.
Como o dinheiro é criado, as politicas que o governam e como ele realmente afecta a sociedade, são assuntos desconhecidos da maioria da população.
Num mundo em que 1% da população possue 40% da riqueza do planeta, num mundo em que 34000 crianças morrem diariamente de pobreza e de doenças evitáveis e onde 50% da população vive com menos de 2USD por dia uma coisa é clara:
Alguma coisa está muito mal.
Estejamos cientes disso ou não, o sangue nas veias de todas as nossas instituições establecidas, e portanto na sociedade em si, é dinheiro.
Logo entender a intituição politica e monetária é essencial para entender como as vidas de todos nós são como são.
Infelizmente economia e finanças são assuntos vistos como entediantes e confusos.
Sequencias infinitas de mumeros, termos financeiros e calculos intimidadores fazem as pessoas rapidamente parar de tentar entendê-las.
No entanto, o facto é que a complexidade normalmente associada ao sistema financeiro é uma mascara criada para ocultar uma das estructuras mais socialmente estagnadas que a humanidade já tolerou.
I


" Ninguem é mais escravo do que aquele que falsamente se acredita livre"
Johann wolfgang Van Goethe



Alguns anos atrás o banco central dos estados unidos, a Reseva Federal criou um documento chamado "Mecanica Monetária Moderna", esta publicação detalhava a pratica intitucionalizada da criação de dinheiro como é utilizada pela Reserva Federal e a rede global de bancos comerciais que ele sustenta.
Na página de abertura o documento afirma o seu objectivo:
"O objectivo deste livreto é descrever o processo básico de criação de dinheiro num sistema bancário de reservas fracçionadas."
O documento descreve então o referido processo através de terminologia bancária diversa, cuja tradução seria algo como isto:

Digamos que o governo do EUA decide que precisa de dinheiro, então telefona para a Reserva Federal e pede digamos 10 biliões de dolares.
A RF responde : Ok, mandem-nos então 10 biliões em titulos do tesouro para fazermos a transacção.
O governo pega então em alguns papeis, imprime alguns simbolos para que sejam considerados oficiais e poderem ser chamados de titulos do tesouro, atribui-lhe o valor de 10 bilioes de dolares e envia os para a reserva federal.
Em troca o pessoal da RF imprime uma quantidade de papeis deles próprios, só que desta vez com o nome de notas da reserva federal, tambem atribuindo um valor de 10 biliões a esses papeis.
A RF pega nas notas e troca pelos titulos do tesouro.
Uma vez feita a transacção o governo pega no dinheiro e deposita-o numa conta bancária, com este deposito as notas de papel passam oficialmente a ter valor de moeda, adicionando 10 biliões ao sistema financeiro.

E ai está, foram criados 10 biliões em dinheiro novinho em folha.

Claro que este exemplo é uma generalização, pois na realidade esta transacção seria processada electronicamente sem nenhum uso de papel.
Na verdade apenas 3% do suprimento monetário dos estados unidos existe fisicamente.
Os outros 97% existem apenas nos computadores.

Então os titulos do tesouro são por defenição instrumentos de divida, e quando a RF compra esses titulos com dinheiro basicamente criado do nada, o governo está na verdade prometendo devolver esse dinheiro a RF.
Por outras palavras, o dinheiro foi criado a partir de uma divida.

Este paradoxo estarrecedor de como o dinheiro ou o valor podem ser criados a partir de dividas ou uma responsabilidade, ficará mais claro a medida que continuamos este exercicio.


Ok, foram então criados 10 biliões de dolares que estão agora depositados numa conta bancária comercial.
Agora é que a coisa começa a ficar realmente interessante, reparem.
Com base na prática de reservas fracçionadas, esse deposito de 10 biliões de dolares torna-se imediatamente parte das reservas do banco como qualquer deposito.
No que se refere as exigencias de reservas, e como está referido no livreto "Moderna Mecanica Monetária" um banco deve manter reservas legalmente exigidas equivalentesa uma percentagem defenida dos seus depositos. Isto esta devidamente quantificado quando se afirma que : "Pelas normas vigentes a reserva exigida para a maioria das contas correntes é de 10%."
Assim dos 10 biliões depositados, ou 1 bilião é guardado como reserva exigida, enquanto os outros 9 biliões são considerados como reserva excedentária e podem ser usados como base para novos emprestimos.

Ok, o logico seria presumir que esses 9 biliões estão litralmente saindo do deposito inicial de 10 biliões, porem não é esse o caso, o que realmente acontece é que os 9 biliões são novamente criados do nada, com base no deposito inicial de 10 biliões.

É desta maneira que a massa monetária se vai expandindo.

Como o afirmado no "Mecanica Monetária Moderna", naturalmente eles, (os bancos) não saldam os emprestimos com dinheiro que recebem dos depositos, se isso fosse feito nenhum dinheiro adicional seria criado, o que eles fazem, ao realizar empréstimos é aceitar um contrato assinado pelo devedor onde este se compromete a pagar o emprestimo (dinheiro) concedido pelo banco.

Desta maneira 9 biliões podem ser criados do nada simplesmente porque existe uma demanda por tal empréstimo e porque existe um deposito de 10 biliões de dolares que atende as exigencias de reserva.

Bem vamos assumir que alguem entra no banco e pede emprestados esses 9 biliões recentemente disponibilizados.
Quem pede provavelmente vai pegar nesse dinheiro e deposita-lo na sua própria conta bancária. O processo então repete-se, já que esse deposito se torna então parte das reservas do banco, 10% é isolado e em seguida 90% dos 9 biliões, ou seja 8.1biliões torna-se dinheiro recem criado e desponivel para mais empréstimos, e é claro esses 8.1 biliões podem ser emprestados e redepositados criando mais 7.2 biliões, mais 6.5 biliões, mais 5.9 biliões etc. etc.

Este ciclo de criação de dinheiro pode tornar-se tecnicamente infinito.
O calculo medio é de que cerca 90 biliões podem ser criados a partir dos 10 biliões iniciais.
Por outras palavras, por cada deposito que é feito no sistema bancário pode criar-se 9 vezes esse valor a partir do nada.


Bom agora que já sabemos como o dinheiro é criado por esse sistema de reservas fracçionadas, pode ocorrer-nos uma pergunta logica ainda mais desconcertante:

O que é que dá valor a esse dinheiro recem criado?
A resposta é : O dinheiro que já existe.
O dinheiro novo tira valor a massa monetária que já existe, já que o montante total de dinheiro está aumentando independentemente da procura por bens e serviços, e como a oferta e a procura definem o equilibrio, os preços sobem reduzindo o poder de compra de cada dolar.

Isto é geralmente chamado de inflacção e a inflacção é basicamente um imposto oculto cobrado as pessoas.


Os banqueiros não dizem "Depreciem a moeda"
Os banqueiros não dizem "Desvalorizem a moeda"
Eles não dizem "Enganem quem já esta garantido", eles dizem "reduzam as taxas de juro".
Mas a verdadeira fraude ocorre quando se distorce o valor do dinheiro, quando criamos dinheiro do nada, e não temos poupanças.
Portanto a pergunta que fica é: Como é que podemos esperar resolver o problema da inflacção, ou seja, o aumento da oferta de dinheiro, com mais inflacção?

A resposta claro é: Não podemos.

O sistema de reservas fracçionadas para expansão monetária é inflácionário por si só, uma vez que o acto de aumentar a oferta de dinheiro sem que haja uma expansão proporcional de bens e serviços na economia vai sempre depreciar a moeda. De facto, uma rápida analise dos valores históricos do dolar americano em comparação com a injecção de moeda reflete claramente esta questão, já a relação inversa é obvia.
Um dolar em 1913 valia o equivalente a 21.60 dolares em 2007, se fizermos as contas veremos que temos uma desvalorização de 96% desde que a Reserva Federal passou a existir.

Se esta realidade da inflacção inerente e perpetua parece absurda e economicamente auto-destrutiva, espere um pouco pois absurdo é pouco para defenir como o nosso sistema financeiro realmente opera.
No nosso sistema financeiro dinheiro é divida, e divida é dinheiro.
Se analizarmos um gráfico da injecção de dinheiro por parte dos EUA entre 1950 e 2006 e um gráfico do debito dos EUA no mesmo periodo, veremos que a tendencia é virtualmente a mesma, pois quanto mais dinheiro existe... mais divida existe, e quanto mais divida mais dinheiro.

Colocando isto de outro modo, cada euro na nossa carteira é devido por alguem a outra pessoa.
Lembremo-nos a unica maneira de o dinheiro passar a existir é através de empréstimos.
Logo se todos no mundo pudessem pagar as suas dividas, incluindo os governos, não haveria moeda em circulação.

De facto nos estados unidos a ultima vez em todas as dividas foram pagas foi em 1835, depois do presidente Andrew Jackson fechar o banco central anterior á reserva federal, com efeito, toda a politica de Jackson girava essencialmente em torno do compromisso de fechar o banco central.

O presidente americano disse na altura:
"Os grandes esforços feitos pelo banco actual para controlar o governo, são apenas premonições do destino que aguarda o povo americano, caso sejamos induzidos à perpetuação dessa instituição, ou à criação de outra dos mesmo genero."

Infelizmente a mensagem teve vida curta, e os banqueiros internacionais conseguiram em 1913 instalar um novo banco central, a Reserva Federal, e enquanto esta instituição existir o endividamento perpétuo é inevitavel.

Bem até agora análizamos o facto real de que o dinheiro é criado de dividas a partir de empréstimos.
Estes empréstimos são baseados nas reservas de um banco, reservas originadas por depositos e inflacçionadas atravês do sistema de reservas fracçionadas.

Como vimos o sistema pode criar nove vezes o seu valor original. Por sua vez, a depreciação do dinheiro em ciculação eleva os preços ao consumidor, e como todo este dinheiro é criado a partir de dividas e circula eleatóriamente atravês do comércio, as pessoas acabam distanciadas da divida original.
Existe um desiquilibrio, quando as pessoas são forçadas a competir por empregos a fim de obter dinheiro suficiente do suprimento monetário, para cubrir o seu custo de vida.
Por mais defeituoso e distorcido que isto pareça, ainda falta um elemento que não foi incluido na equação, e é esse elemento da estrutura que revela a natureza fraudulenta inerente ao sistema:

O pagamento de Juros.


Quando o governo dos EUA pede dinheiro emprestado à RF , ou quando uma pessoa pede dinheiro emprestado a um banco, esse dinheiro tem de ser devolvido com juros pesados.
Noutras palavras, todo o dinheiro que existe devem ser um dia devolvidos a um banco com o pagamento de juros embutidos.

Bem, mas se todo o dinheiro é emprestado pelo banco central e expandido pelos bancos comerciais atravês de empréstimos, sómentente o que chamamos de "principal" está sendo criado no suprimento de dinheiro.
Então onde está o dinheiro para cobrir os juros que são cobrados?
Em lado nenhum!
Ele não existe, pura e simplesmente.

As ramificações disto são inacreditáveis, pois a quantia de dinheiro devida aos bancos será sempre maior do que a quantia em circulação.
É por isso que a inflacção é uma constante na economia, pois dinheiro novo é sempre necessário na economia para ajudar o déficit embutido no sistema causado pela necessidade do pagamento de juros.
O que isto tambem significa é que matematicamente as falencias e as bancarrotas, são litralmente parte do sistema e inevitaveis, como inevitavel é tambem que sejam os mais desfavorecidos das nossas sociedades a sofrer mais quando essas situações acontecem.

Uma analogia que poderiamos fazer seria entre dança das cadeiras e o nosso sistema financeiro actual:
De cada vez que a musica pára, alguem fica de fora. E é essa precisamente a idéia.
As riquezas verdadeiras são invariavelmente transferidas das pessoas para os bancos, pois se você não poder pagar a sua divida eles ficarão com a sua propriedade.
Isto é particularmente revoltante quando se percebe que não só que as falencias são inevitáveis devido á prática das reservas fracçionadas, mas tambem que o dinheiro que o banco lhe emprestou nunca chegou a existir.
Infelizmente estas práticas são ignoradas pela maior parte da população o que pertétua a transferencia de riqueza e de dividas.

Mas há uma pergunta que devemos fazer para entendermos o sistema:

Porquê?

Durante a guerra civil norte americana, o presidente Lincoln rejeitou os empréstimos com altos juros oferecidos pelos bancos europeus, e decidiu fazer o que os pais fundadores defendiam, criar uma moeda independente e livre de divida, foi chamada de "Grenback".
Pouco depois de esta medida ser tomada, um documento interno circulou entre bancos ingleses e americanos, dizendo:
"A escravidão é simplesmente a posse de mão de obra e exige cuidar dos trabalhadores, o plano europeu, é que o capital controle os trabalhadores controlando os salários, e isto pode ser feito controlando o dinheiro. O Greenback seria indesejavel pois não poderia ser controlado.
A politica de reservas fracçionadas praticada pelos bancos a nivel mundial, é na verdade um moderno sistema de escravidão.
Pensem nisto, o dinheiro é criado a partir de dividas, e que fazem as pessoas quando teem dividas?
Submetem-se ao trabalho para poder paga-las, mas se o dinheiro só pode ser criado a partir de emprestimos, como é que a sociedade vai ficar livre de dividas algum dia?
Não pode, e essa é a questão.
E é o medo da perda, juntamente com a luta por nos mantermos, que faz com que fiquemos com dividas perpétuas e inflacção como parte do sistema, juntamente com a escassez inevitavel caractristica da oferta de dinheiro criada pelos juros que nunca poderão ser pagos, que mantem o escravo do salário na linha, correndo sem sair do lugar com milhóes de outros, efectivamente fortalecendo o sistema que só beneficia a elite no topo da piramide.
No final de contas para quem é que nós realmentes trabalhamos ?
Para os bancos!
O dinheiro é criado no banco e acaba invariavelmente por regressar ao banco, eles são os verdadeiros senhores, juntamente com as corporações e os governos que as apoiam.
A escravidão fisica exige comida e habitação para os trabalhadores, a escravidão economica exige que as pessoas consigam a sua própria comida e habitação, este é um dos engodos mais engenhosos para manipulação social jámais criados e na sua essencia está em guerra invisivel contra a população .
A divida é a arma utilizada para conquistar e escravizar as sociedades, e os juros são a sua principal munição.
E enquanto a maioria de nós anda por ai sem ter idéia desta realidade, os bancos, associados aos governos e as corporações continuam a aperfeiçoar e a expandir as suas táticas de guerra economica, implantando novas bases tal como o Banco Mundial e o Fundo Munetário Internacional, enquanto inventavam um novo tipo de soldado:

O Mercenário Económico.

Fim da parte I


(Continua)